Celso Luiz Gusso | 2019 - Atual

Estamos no inicio oficial do processo eleitoral em nosso pais. A eleição de 2020 tem objetivos focados na alimentação do sistema de gestão de nossas cidades. Temos a tarefa constitucional e republicana de escolher nossos representantes de forma democrática e livre. Assim esperamos que tudo transcorra dentro deste espirito e clima. Obviamente, sabemos e compreendemos a corrida para definição do poder em nossos municípios. Nela ocorre toda sorte de estratégias com a finalidade de esclarecer e convencer os eleitores. Ainda que levada pela ação compulsória, a população com idade acima de 18 anos tem bons motivos para comparecer as urnas. Os jovens com idade acima de 16 anos podem optar se querem ou não participar deste processo de escolha nas competições deste ano. Um ano marcado por profundas transformações na sociedade em todo o mundo. Em nosso pais não é diferente. Passamos pelas mesmas provações com o agravante de, infelizmente, termos visto o enfrentamento da pandemia da Covid 19 com uma forte prática de politização e partidarização sem precedentes na historia do Brasil. Há uma clara divisão na população. Temos um lado que quer mudar a maneira de administrar o setor publico e outro que prefere manter o status de séculos de corrupção e malversação dos recursos do Estado (ainda que com alguns resultados positivos) com privilégios e casuísmos crônicos sob o pretexto de manter direitos adquiridos. Sempre foi – e continua, o momento de orientarmos nossos parceiros – colaboradores, fornecedores e clientes para a consciência de votar em candidatos com o viés claramente democrático e que defenda a livre iniciativa, o estado democrático de direito, o respeito as instituições e a manutenção da ordem social com desenvolvimento econômico. Sabemos que boa parte destas características está presente no perfil dos candidatos que se vislumbram como concorrentes aos cargos eletivos. Entretanto sabemos, também, que outros estão alinhados com interesses diversos e podem representar – se eleitos, o retorno a práticas condenadas de gestão da coisa publica. A AECIC sempre se posicionou a favor e na defesa da livre iniciativa e de práticas liberais de mercado. Defendemos, cada vez mais, o enxugamento do tamanho do estado. Seja na sua composição funcional ou na participação da atividade econômica. Além disso, ao cumprirmos nosso papel social como geradores de emprego/renda e agentes de origem de impostos, também assumimos a responsabilidade pelo protagonismo no desenvolvimento sustentado. Não há pausa para a busca da moralidade e da ética em todas as praticas da sociedade. Existem os momentos apropriados para analisar os erros e acertos nas nossas escolhas e promover o futuro ligado aos propósitos que defendemos. Este momento está próximo. Que tenhamos consciência e ponderação em nosso voto. Bom trabalho a todos, com os cuidados que o momento nos exige. Celso Gusso Presidente