Burra com Poder

12 de novembro de 2018

A “presidanta” que o Lula escolheu para nos governar não tinha articulação verbal, conteúdo intelectual, competência técnica, nem educação.

Destacava-se dentre seus pares pela dureza no trato, pela coragem e pela centralização.
Olha, não existia receita melhor para o desastre.

E ele veio, com milhões de desempregados, dívida pública na estratosfera, inflação acima de 10%, juros de 14,25%, corrupção desenfreada e aparelhamento de Estado por gente despreparada.

Vou dar aqui um exemplo da atuação dela.
A imprensa divulgava corriqueiramente seus passeios numa Harley Deividson na garupa de Carlos Gabas, ministro da previdência.
Ciente do déficit crescente do INSS, resolveu lutar por uma reforma que diminuísse o furo, diminuindo aposentadorias.

Então a equipe de Dilma aprovou uma nova forma de cálculo do valor da aposentadoria: a fórmula 85/95, que paga a suposta integralidade.
Abre parênteses. A maioria dos brasileiros já ouviu falar do CNIS- Cadastro Nacional de Informações Sociais- do INSS, onde constam todas, eu disse todas as informações laborais e previdenciárias desde a década de 70. E tudo informatizado.

Bastaria ter carregado no computador o cadastro dos segurados para saber o impacto nas contas do INSS.
Fecha parênteses.

Resultado: não botaram e desde a implementação, mais de 40% das aposentadorias por tempo de contribuição foram por essa fórmula e o valor cresceu 52%.
Que beleza de gestão!

Olha, nada é pior que um burro com iniciativa e eu acrescentaria com poder.

Por Renato Follador,
Consultor em Previdência e Finanças

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